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| Bang Bang Babies - Heartis Crash |
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Junte a crueza das bandas de Detroit na década de 60 com o poder de fogo do garage rock e teremos o Bang Bang Babies. O lançamento do cd homônimo pela Fósforo Records divulgou o nome dos goianos pelos principais festivais (Bananada, Vaca Amarela e PMW). Também foi indicada, na categoria “Revelação”, ao Prêmio Toddy de Música Independente 2007. Essas conquistas ainda não foram o suficiente, pois os “babies” foram selecionados pelo projeto CompactoREC que a cada quinzena escolhe e disponibiliza para download o single virtual de uma banda do Circuito Fora do Eixo. Quer mais? Assista ao show!
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| Chernobils - Cheep Drinks |
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Ao saborear o drinque preparado nas profundezas do Bar São Miguel, alguns bêbados, afetados pela fermentação decidiram batizar a banda, recém formada nos idos de 2003, com a alcunha da sagrada seiva verde. Quatro anos se passaram, veio a estréia bem sucedida em cd, troca de formação e os Chernobils continuam a destilar muita energia ao vivo. O misto de punk rock da velha escola , leia-se Clash e SLF, backing vocals do street londrino e guitarras “chuckberryanas” servem de rótulo para engarrafar esta preciosa mistura de alta graduação alcoólica.
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| Clavistas - Claro |
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Das cinzas da Hama Sushi, extinta banda formada em 1997, veio a idéia para formar o Clavadistas. Naturais de Buenos Aires, os integrantes se reuniram em 2006 para formar a banda, após quatro anos de pesquisa com sonoridades e participações solos em outros projetos. Vestígios de funk e soul da primeira formação, linhas sutis de contrabaixo e vocais bem trabalhados caracterizam o primeiro cd, produzido de forma independente. A crueza proposital da gravação mostra um trabalho de conceito por trás do álbum que deixa a vontade de assisti-los ao vivo.
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| Espiritos Zombeteiros - E agora |
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Através de um manifesto biopsicográfico que justifica a existência desta entidade, os irmãos Potumati criaram um monstro. De muita porra-louquice, doses homeopáticas de distorção, dissonâncias, microfonia e influências do alfabeto completo da história do rock não-ortodoxo surgiu o Espíritos Zombeteiros. Eles marcaram época em Londrina devido à produção de shows no Circuito Gaviaba, ao lançamento de dois EP`s elogiados pela crítica e por momentos inesquecíveis como shows ao lado de Lobão, com cerca de 15 mil pessoas. Para 2007, o EZ prepara o lançamento do 1º disco “Esquizofrenia Ativa”.
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| Fisicopatas - Overdose |
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Com a difícil tarefa de retratar a realidade dura do país, que as pessoas procuram ocultar, os Fisicopatas vêm com a fúria e a força necessária do hardcore / crossover para explicitar toda a sujeira colocada debaixo dos tapetes nacionais. Desde o primeiro cd, “Imundície Humana”, a banda lota shows por onde passa e consegue reunir públicos de diversas tendências (metal, punk, grind). Eles já tocaram ao lado de monstros do gênero como Rattus, Força Macabra, ambos da Finlândia, e o Lobotomia. Em 2007, o grupo foi convidado a participar de um tributo argentino ao Misfits com a faixa “Spinal Remains” e deve lançar “Círculo Social Estúpido”, próximo cd, até o fim do ano.
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| Hocus Pocus - How i need you to nigth |
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A muralha de guitarras e a combinação rítmica precisa de baixo e bateria dão o suporte mais do que necessário ao vocal sobressalente que fez do Hocus Pocus uma das grandes revelações de 2007, no Festival Grito Rock Londrina. O cd “Organicaos” (2006) é composto por nove músicas em inglês que demonstram vários momentos da banda. Desde canções blueseiras até o peso do metal, em meio à passagens rasgadas de rock `n` roll, o Hocus Pocus impressiona. Os músicos integrantes terão, mais uma vez, a chance de mostrar porque são considerados uns dos melhores de Londrina. Não é à toa, vocês verão!
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| Ludov - Urbana |
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Desde o EP “Dois a Rodar”, o Ludov mostra o porquê a banda se firmou no primeiro time do rock nacional. Com um inegável talento para compor hits radiofônicos, a banda venceu o Melhor Clipe Independente no VMB 2004, com a faixa "Princesa". O segundo cd “O Exercício das Pequenas Coisas” também foi bem recebido e teve três indicações para o prêmio com o clipe da conhecida “Kriptonita”. “Disco Paralelo”, de 2007, traz a assinatura de Chico Neves (Skank, Paralamas, Los Hermanos) na produção e mostra um Ludov em novo formato, um quarteto, com letras e melodias ainda mais inventivas e bem executadas.
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| Moveis Coloniais de Acaju - perca peso |
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Finalmente os londrinenses provaram a “feijoada búlgara” do Móveis Coloniais de Acaju. Não entendeu? O nome curioso do cardápio brasiliense existe há quase uma década, já foi degustado no Curitiba Rock Festival e no Porão do Rock e servido como guarnição ao lado de pratos principais como o Weezer e o Voodoo Glow Skulls. Uma xícara de ska, com pitadas de música brasileira e gotas da música do leste europeu são os ingredientes principais desta receita que ficou pronta em “Idem”, de 2005. A saída foi tão boa que, em questão de dias, duas mil cópias foram vendidas e o cd está em sua segunda prensagem. Uma delícia!
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| New Ones - About you |
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Diretamente de um porão, alheio às confusões entre showbusiness e a música, o New Ones surge para retomar uma época em que os grandes refrões e a simplicidade das composições ainda não soavam de forma pejorativa. Descendentes da ebulição musical nova-iorquina da década de 70, o grupo resgata ainda referências do glitter rock e de “grandes bandas esquecidas”, segundo os próprios. A banda, que tem Rodrigo Guedes (Grenade) como integrante, estreou com uma apresentação memorável ao lado do The Evens, de Ian Mackaye (Fugazi e Minor Threat). Aguardem, pois a novidade está por vir.
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| Revoult - Incontestavel |
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Pela primeira vez, o Demo Sul traz para o palco uma banda legitimamente londrinense com a proposta de fazer Rock Progressivo. O que chama mais a atenção é o fato das músicas serem cantadas em português. Há tempos não se via no meio alternativo um grupo com tais qualidades e que primasse por shows excitantes no quesito presença de palco, ao contrário de muitas de suas influências. “I” é o primeiro cd do Revoult e faz jus à competência instrumental dos integrantes. Introduções heavy, melodias vocais intensas nos refrões e estruturas musicais incomuns aos padrões fazem do trio um divisor de águas no cenário local.
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| Terra Celta - Drunken sailor |
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Este ano, Londrina comemora duas vezes o St.Patricks Day. Quando a combinação de tin whistles, gaitas de fole e mandolins com instrumentos contemporâneos soar, a terra vermelha será transformada em uma paisagem que remeta aos campos verdes e lagos cristalinos da Irlanda. Há dois anos, o Terra Celta conquista seguidores fiéis e transforma shows em espetáculos onde a interação com o público, através de danças típicas como jigs, reels e polkas, ultrapassa os limites entre artista e espectador. Atualmente, a banda divulga o primeiro cd “No Sintoma” e se consagra como um dos únicos representantes do estilo no Brasil.
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| The Wind - anything |
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Desde quando ainda atendiam por Snowblind, os garotos que formariam a The Wind já mostravam desenvoltura fora de série nos palcos. Basta ouvir os primeiros acordes do EP homônimo, lançado em 2007, para descobrir que ainda é possível escrever boas canções em inglês, sem ceder aos modismos da era hype. Letras concisas e um instrumental bem executado são características marcantes desta banda influenciada por ícones sessentistas, mas que apresenta sonoridade aberta a fusões interessantes de elementos vocais do rock alternativo e riffs do stoner rock.
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| Toa Toa - homem nao chora |
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Oposto ao começo de carreira dos pares independentes, a banda teve o nome escolhido por e-mails enviados à uma promoção feita pela rádio Brasil 2000. Formado partir da saída do vocalista Jonny da extinta Ostheobaldo, o Toa Toa teve o lançamento de “Homem Não Chora” impulsionado por uma agenda repleta de shows e músicas nas programações das rádios. O hardcore melódico dos cariocas flerta com o reggae / ska em faixas bem-humoradas e irônicas. O Grito Rock (MT) e o Festival de Alegre (ES) deste ano já tiveram o público conquistado, restava apenas o do Demo Sul 2007.
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| Trilobit - New Sensation |
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Sob as recomendações do guru intergaláctico Dalborga, os tripulantes Animau Gönzáles, General Urkö, Nösferatus e Moröder mudam o seu plano de conquista. Entre blips e tóins de programações eletrônicas, guitarras extraterrestres de duas cordas, apebass e a percussão moldada em cilindros de resíduos nucleares com amplificação hertziana, o Trilöbit começou a abdução por cidades como Londrina, Cuiabá e Goiânia, pólos essenciais de irradiação da música alternativa terráquea. Agora, a estratégia é abduzir os habitantes de outras cidades que, assim como os paulistanos, já se renderam à trupe. Avante, Trilöbit!
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| Vanguart - Semaforo |
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O que era apenas um projeto do vocalista Hélio Flanders, com dois discos gravados, se tornou o grande nome do independente brasileiro. O Vanguart teve uma trajetória meteórica desde que adquiriu o formato de banda. Fez shows por todo o Brasil, foi destaque de programas de tv (inclusive com participação no Som Brasil, da Globo) e após o lançamento de alguns singles de sucesso no meio indie, finalmente veio o tão aguardado cd. Encartado na Revista Outra Coisa, o primeiro “full length”, auto-intitulado, traz o folk trilingüe que tornou os cuiabanos referência para trilhar os caminhos tortuosos do circuito alternativo.
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| Vertix - Spray love |
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Os temas e personagens da vida noturna habitam o imaginário de músicas tocadas a toda velocidade e interpretadas por uma “frontwoman” de presença notável. Assim é o Vertix. O punk rock 77 e a poesia beatnik são as fontes de inspiração para um dos nomes mais novos da cena londrinense. Apesar de não ter material lançado, a banda tem sete músicas gravadas que dão uma noção do que eles são capazes de proporcionar ao vivo. Um dos destaques fica por conta de “Spray Love”. Se não existisse a política do jabá nas rádios, estaria entre as mais pedidas da programação.
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| Na Cumiera do Vão Do Desgosto - Chá de Chocalho |
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O trava línguas remete ao ditado popular que aconselha às crianças com dificuldade de pronúncia o "chá de chocalho" para facilitar a fala. Mas não é só isso. O grupo formado por sete músicos produz um som completamente ligado à fonética do nome, pois une ritmos brasileiros "chacoalhados" como samba, maracatu, coco e frevo aos gêneros contemporâneos como funk, soul e jazz. Inspirados pelo mestre Jackson do Pandeiro, os integrantes pretendem difundir ao máximo as vertentes criadas pelo ícone através da brasilidade presente tanto nas raízes interioranas quanto nas metrópoles. Ave, Jackson!!
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| Mazzaropi Incrimidado - Charme Chulo |
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Eles são caipiras da capital, mesclam Smiths com Tião Carreiro & Pardinho e gravaram seu primeiro disco em Santa Catarina. Calma! Não é apenas uma seqüência de contradições, mas também um dos maiores destaques da cena independente atual. O Charme Chulo vem de mala e cuia para o Demo Sul 2007 com inúmeras apresentações pelos principais festivais e traz na bagagem o reconhecimento da mídia (Revista Bizz, Veja) como revelação. Vamos torcer para que estes matutos fiquem aqui, no interior, e se juntem aos caipiras brutos da terra do pé vermelho.
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| Red Foot Rockers - Droogies |
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Após cinco anos de batalha, um EP lançado e inúmeras trocas de formação, o Droogies começa a se destacar dentre nomes do underground brasileiro. Em 2007, os londrinenses se apresentaram em festivais importantes, como o Fora do Eixo (SP) e o Araraquara Rock (SP), foram às capitais (Curitiba, Goiânia, São Paulo) e receberam convite para participar de um tributo ao Misfits, na Argentina. A mistura de transpiração e riffs de guitarra despejados em apresentações incendiárias já são marcas registradas dos “red foot rockers” que, em 2008, pretende lançar o próximo álbum.
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| Futebol e Mulher - Mulher-Eddie |
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Ao lado de Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S.A., Eddie é um dos pais do Mangue Beat, movimento cultural pernambucano do início dos anos 90. Filhos de Olinda, eles completaram 15 anos de experimentação, rima, simplicidade, sincretismo artístico e musical de ritmos regionais com o dub, o samba e o rock. A música “Quando a maré encher”, gravada por Cássia Eller no Acústico MTV, em 2001, é de autoria da banda. Em 2006, Eddie lançou “Metropolitano”, terceiro cd, e excursionou pela Europa. Este ano, eles voltaram ao Velho Continente para promover “Original Olinda Style”, coletânea francesa com os maiores sucessos do grupo. Eddie já é patrimônio da música popular brasileira.
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| Sol Junkie - bozo |
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O Junkie Bozo teve um 2006 agitado. Após vários shows, às vésperas do festival, saiu da edição anterior do Demo Sul como uma das revelações, com direito à citação e fotografia na Revista Rolling Stone. O single “No Brejo” teve boa receptividade junto ao público pela capacidade de sintetizar as influências nas faixas autorais, que vão do pós-punk ao ska. Com músicas novas no repertório e a entrada de uma nova integrante, a banda promete fazer outra apresentação inesquecível com direito a belas melodias vocais e o carisma do vocalista Cléber Pimenta.
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| Los Porongas - Lego de Palavras |
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Longe da vulgaridade das paradas de sucesso e do marasmo instalado no rock nacional, os acreanos do Los Porongas oxigenaram o cenário tupiniquim. A banda se tornou residente dos festivais independentes e figura fácil nos principais meios de comunicação do país, que não se cansam de elogiá-la. Presença de palco impressionante, lirismo nas composições recheadas de regionalismos e a qualidade dos instrumentistas chamou a atenção do Instituto Itaú Cultural que gravou um dvd a ser lançado em 2008. “Los Porongas” foi produzido por Philippe Seabra (Plebe Rude) e traz uma amostra do potencial que o quarteto tem.
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| Supergalo (DF) - Ataque Areao |
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Os quatro apostadores de rinha do Planalto Central tocam cada música do set list como se fosse sempre a primeira. Vocais esganiçados, duo de guitarras no mais alto volume e uma cozinha de confiança fazem do Supergalo uma nova categoria a ser incluída no rock. Formados por integrantes de extintas bandas de Brasília (Alf, Rumbora e Fred, Raimundos) o grupo escalou todos os degraus do mundo independente sem revelar suas identidades. Oito meses foram o suficiente para turnês no nordeste e principais capitais, ser indicado ao prêmio “Troféu Dia do Rock” (SP) e destaque pelo TramaVirtual e Jornal da MTV.
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